PRO-file Guilherme Taveira

Posted: Novembro 16, 2011 in Lisboa Lacrosse
Esta semana, apresentamos o Guilherme Taveira, o nosso amigo Gui, que passa metade do treino a treinar e a outra metade a cantar os mais recentes hits da música popular…
Nome: Guilherme Cardoso Monteiro Taveira
AKA: Gui
Data de Nascimento: 11 de Junho de 1993
Nascido em Lisboa
Reside em Vila Nogueira de Azeitão
Altura: 1, 83 m
Peso: 67 kg
Número na Camisola: 3
Posição em que jogas: MF
Canhoto / Destro / Ambi-destro: Destro
Weapon of Choice: Warrior Evolution
Movimento preferido no Lacrosse: pick n roll
Inspiração: Ver os Orange e dar uma corrida

Algumas Perguntas

Todos sabem que jogas Hoquei numa equipa de Azeitão, curiosamente no Hoquei, jogas à baliza, porque não jogas na mesma posição no Lacrosse? – Porque a minha escolha de posição no hoquei surgiu de uma limitação face aos outros jogadores que é a minha patinagem. Comparando com os outros jogadores e face ao que o hoquei exige, “nao sei patinar”, descobri por acaso que sou rápido de reflexos e intuitivo e por isso escolhi ficar pela baliza. Acontece que no Lacrosse nao tenho a limitação da patinagem, posso continuar a fazer uso da minha agilidade e velocidade mas jogando à frente, ainda para mais porque como os desportos, sao semelhantes os movimentos acabam por me cativar da mesma maneira.

Quando é te vamos ver na Baliza? – Quando a equipa nao tiver mais opções, é na frente que desfruto ao máximo do jogo, mas em caso de necessidade estarei pronto a oferecer a minha experiencia à baliza.

És conhecido por ser o «Rei dos GroundBalls», porque achas que te destacas nesse aspecto? – Os GroundBalls são um movimento muito semelhante às disputas de bola no hoquei, o facto de serem uma disputa no chão conferem-me uma grande vantagem, penso que é isso que joga a meu favor, junto com “as minha ganas”.

E sendo tu tão bom nos GroundBalls, porque não fazes uns treinos com LongPole? – Já me voluntariei para tal, mas confesso que perder algum “poder ofensivo” me deixa um pouco renitente…

Entre o Hoquei e o Lacrosse, qual te dá mais prazer e porque? – O Lacrosse sem dúvida, é no lacrosse que posso “explodir”.

Queres deixar uma mensagem? – Quero agradecer pela oportunidade de descobrir este desporto e desejo que este grupo seja um mero grão no futuro do lacrosse em portugal, afinal um pais com tanto sucesso no hoquei, vai conseguir de certeza transportar essa apetencia natural para o nosso desporto preferido, o Lacrosse.

Para a semana, mais um PRO-file. Já sabes, sempre às quartas.

Advertisements
Comentários
  1. Rui Conde diz:

    Gui,

    Jogar com LongPole, não é perder capacidade ofensiva e para isso dou 2 exemplos que nos são próximos, Francisco Benito e Jan Prieb.
    É óbvio q fica mais dificil «esconder» o LongPole entre mtos defesas, mas, só entras no meio deles se fores doidinho.

    • Quando as equipas evoluírem idealmente não haverá long poles a jogar no ataque. Sendo o gui muito bom nas ground balls pode ser muito útil para o meio-campo nos face-off. (e sei o que digo, baseado na minha experiência aqui na Polónia)

      • Rui Conde diz:

        Eduardo,

        Nenhum LongPole sai de campo numa transição rápida, portanto, em contra-ataque, os LongPole arrancam e fazem jogadas como qq outro jogador, é claro q se o ataque fica estagnado, então, normalmente, dão lugar a jogadores mais ofensivos.

        De qq das formas e pq é do Gui q estava a falar, o Gui n é um jogador ofensivo, o Gui n marca golos (ele bem q tenta para me calar, looooooooool).
        Para mim, é dos jogadores mais úteis numa equipa.
        Se tivermos em conta q cada posse de bola representa 25% das vezes 1 golo, significa q se o Gui fizer em 80 min 12 GB a equipa marcou 3 golos. Para mim este número é óptimo e atesta a relevancia e a importancia do Gui.

  2. Ver os Orange??? aah ja sei aquele jogo que levaram uma coça dos Grandes Blue Devils!!! GO DUKE

    ps: nao vale a pena mandares a boca do PUKE!

  3. Rui Conde diz:

    Pedro,

    O q o Gui queria dizer era

    Inspiração: Ver os Orange a serem corridos

  4. Só uma coisa rui: não falando sobre o gui ser long pole ou não, num contra-ataque quem avança, normalmente, são os midis que estariam a jogar à defesa. No caso de ser um long pole a atacar, esse long-pole leva a bola até aos attackmen e ele própios fazem uma jogada rápida que 99% das vezes não involve o long pole porque se a jogada é rápida, não se anda ali a fazer passes e por tanto, esse long pole volta para o seu lado do campo.
    Ainda há o caso de haver um long pole midi na defesa. Em caso de contra-ataque, esse long pole sai a correr o mais rápido possível e é substituído por um midi.
    Por tanto, um long pole rara, mas mesmo raramente joga ao ataque. Pode sim, como o eduardo disse ser muito útil na ground balls e nos face-offs.

    • Rui Conde diz:

      E não foi isso q eu disse???

      Nenhum LongPole sai de campo numa transição rápida, portanto, em contra-ataque, os LongPole arrancam e fazem jogadas como qq outro jogador, é claro q se o ataque fica estagnado, então, normalmente, dão lugar a jogadores mais ofensivos.

  5. gosto de passar metade do tempo a cantar hits de musica popular ahahahahah

  6. Se ele prefere ser ofensivo e é bom em ground balls, deixem-no jogar a midfielder. Neste momento não vamos andar a trocar 3 gajos de cada vez e não…
    GUI, GUI
    TU ÉS O NOSSO MIDI

    🙂

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s